domingo, 23 de junho de 2013

Pessoas que aderiram ao Telexfree não poderão recorrer ao Procon, mais tem como recorrer na Justiça.

Pessoas que aderiram ao Telexfree não poderão recorrer ao Procon

As pessoas do Rio Grande do Norte que ingressaram e investiram na empresa de marketing multinível Telexfree não poderão recorrer ao Procon caso deixem de receber os valores acordados junto à empresa. A informação é do coordenador do Procon do Estado, Arakén Farias, explicando como as pessoas que se sentirem prejudicadas deverão agir após liminar de ontem (19), concedida pela Justiça do Acre, após ação do Ministério Público.

Na decisão judicial, a Telexfree ficou proibida de efetuar os pagamentos aos investidores e permitir a adesão de novas pessoas. As contas da empresa e dos sócios proprietários foram bloqueadas e, ainda de acordo com a decisão, foi estabelecida multa de R$ 500 mil para cada caso de descumprimento. Apesar disso, o Procon potiguar entende que não pode colaborar com as pessoas que se sentirem prejudicadas.

Segundo Arakén Farias, o que foi tipificado no caso da Telexfree foi o suposto crime contra a economia popular. "O nosso entendimento é o mesmo do Ministério Público do Acre, que entendeu que a atividade é ilícita e que depende de autorização do Conselho Monetário Nacional", disse Arakén. "O Ministério Público investiga se é uma pirâmide, que é uma atividade ilegal", complementou.

Para Arakén, por não haver uma relação de consumo, não há como o Procon o atuar. No entanto, o coordenador disse que a instituição vai orientar as pessoas que porventura entrem em contato. "Orientaremos que procurem a Justiça e peçam o bloqueio dos valores para garantir o ressarcimento. Não acho que possa ser descartada, ainda, uma caracterização de relação de trabalho, já que as pessoas que aderem ao Telexfree prestam o serviço de divulgadores", finalizou.

A Promotoria de Defesa do Consumidor do Rio Grande do Norte ainda não se pronunciou sobre o caso. Os promotores disseram que vão falar sobre a decisão e possíveis ações no Estado na próxima semana. 

Recurso

Os advogados da Telexfree já estudam a liminar concedida pela Justiça do Acre para que a empresa possa retomar as atividades normalmente. A empresa não se posicionou oficialmente sobre o caso porque ainda não tinha informações precisam sobre o teor da liminar.

O grande desafio a ser questionado e debatido é a PEC 37, pois todos são contra a sua aprovação. Vamos vê o que os politicos vão fazer.

 

Henrique Alves marca votação da PEC 37: ‘A Câmara tem de ouvir ruas e mostrar sua cara’

O presidente Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), decidiu levar a voto no dia 3 de julho a polêmica PEC 37. “A Casa tem que ouvir o que as ruas estão dizendo e se conectar com elas”, disse o deputado ao blog na noite passada. “A Câmara tem que mostrar o quer quer, tem que mostrar a sua cara. E a maneira de fazer isso é votando.”
A PEC 37 é aquela proposta de emenda à Constituição que confere às polícias federal e civil o monopólio das investigações criminais. Se aprovada, vai retirar do Ministério Público a prerrogativa de realizar investigações próprias, como faz hoje. Embora o tema seja árido, acabou virando um dos motes dos protestos que enchem as ruas do país há duas semanas.
Alheios à terminologia do parlamentês e do juridiquês, dois idiomas complicados, os manifestantes cuidaram de simplificar o trololó de Brasília. No meio-fio, ficou entendido que, com a PEC 37, haverá menos investigação. E as ruas informam que preferem manter o Ministério Público no jogo, para que haja mais investigação.
Antes da explosão do asfalto, previa-se que a PEC 37 seria aprovada na Câmara com facilidade. E agora? “Sinto uma tendência de mudança”, afirma Henrique Alves, com a experiência de quem frequenta a Câmara há 42 anos. “Essas manifestações revelaram em todas as cidades uma rejeição muito grande à PEC. Mesmo parlamentares que assinaram a emenda, para permitir que ela tramitasse, hoje nos procuram com outra conversa.”
O presidente da Câmara declara que “gostaria muito que delegados e procuradores chegassem a um acordo.” Admite, porém, que o grupo formado com o propósito de “harmonizar” os interesses das duas corporações dificilmente produzirá uma contraproposta consensual. “O ideal seria que não houvesse nem derrotados nem vencedores. Mas, se não houver acordo, vamos para o voto.”
Henrique Alves conta que o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) lhe telefonou na sexta-feira. Disse-lhe que vai se reunir separadamente com delegados e procuradores neste início de semana. “Depois, faremos uma reunião com todos, provavelmente na quarta”, afirmou o presidente da Câmara. “É um último esforço que estamos realizando, até para evitar que a parte eventualmente perdedora recorra ao Judiciário.”
Inicialmente, pretendia-se votar a PEC 37 na próxima quarta-feira (26). Na semana passada, o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR) dissera que a apreciação da emenda poderia ser adiada para o segundo semestre. Disse isso no exercício da presidência da Casa. Porém, de volta de uma viagem à Rússia, Henrique Alves descartou essa hipótese. Topou adiar votação apenas para 3 de julho.
No final das contas, Henrique Alves achou boa a protelação. Nesta terça (25), festeja-se no Nordeste o Dia de São João. Os festejos juninos vão até o próximo domingo (30), Dia de São Pedro. Nesse período do ano, o quórum no Congresso costuma ser baixo. O que impediria a Câmara de “mostrar a sua cara”. 

 

Protesto contra PEC 37 em São Paulo vira ato de oposição ao governo Dilma

Manifestação reúne número bem menor do que o previsto pela PM. Além da PEC, via-se cartazes contra corrupção, governo, pela redução da maioridade penal e direitos dos animais.


 Cerca de 30 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar (PM), participavam, por volta das 17h30, do protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37 na capital paulista. O ato pede que o Congresso rejeite a proposta que limita o poder de investigação do Ministério Público. Os manifestantes concentraram-se no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e saíram em caminhada às 15h30 pela Avenida Paulista, que ficou bloqueada nos dois sentidos. Até as 18h não foram registrados incidentes, de acordo com a PM.
O músico Fabian Llado, 22 anos, do movimento Dia do Basta à Corrupção, convocou a manifestação pelo Facebook. “Este ato já estava marcado mesmo antes dessas mobilizações das últimas semanas: a PEC 37 seria votada no próximo dia 26. A votação foi adiada, mas resolvemos manter”, explicou. Ele disse ainda que o movimento do qual faz parte foi criado na internet há dois anos e tem como pauta de reivindicações o fim do voto secreto de parlamentares e que a corrupção seja considerada crime hediondo.
No último dia 20, a Câmara adiou a votação da PEC 37 por falta de acordo entre procuradores e delegados. As discussões do grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Justiça, do Ministério Público e das polícias Civil e Federal para discutir a PEC terminaram sem consenso. Está marcada para a próxima terça-feira (25) uma nova reunião dos integrantes do grupo com o presidente da Câmara,  deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Também organizador do ato, o empresário Renan Santos, 29 anos, que faz do movimento Muda Brasil, criado no início deste mês na internet, acredita que o tema da corrupção tem grande potencial de mobilização. “Essa PEC 37 é uma vergonha, porque são os próprios políticos querendo que haja menos investigação. As pessoas ficam revoltadas com isso”, declarou.
Embora não tenha sido convocado por organismos do Ministério Público (MP), o ato contou com a adesão de procuradores e promotores. “A presença de toda essa gente mostra o anseio da sociedade pelo fim da impunidade. A sociedade quer mais investigação”, declarou Felipe Locke, presidente da Associação Paulista do Ministério Público. Ele ressaltou, no entanto, a necessidade de mais investimentos na Polícia Civil.
A procuradora da república Ana Previtalli, do Ministério Público Federal em São Paulo, esteve presente no ato e avalia que a pauta ganhou força nas ruas, porque a PEC 37 representa um risco de que o trabalho investigação desenvolvido pelos MPs, que tem boa avaliação da sociedade, seja interrompido. “Já existia uma indignação muito grande em relação à PEC no âmbito dos Ministérios Públicos. Com a sociedade aderindo agora, nós temos que estar juntos, por isso, servidores, procuradores, promotores também estão participando”, disse.
 
 

Declaração de José Agripino sobre pronunciamento de Dilma Rousseff

 
 
“A presidente falou uma série de obviedades. Fez uma análise superficial do comportamento dos manifestantes. Não disse o que o Brasil gostaria de ouvir como, por exemplo, que ela vai pedir aos presidentes do Legislativo que pautem a destinação de 10% dos recursos da União para a saúde. Eu particularmente ficaria feliz com isso porque seria um compromisso claro do governo. Ela também poderia manifestar apoio à intenção do presidente do Supremo Tribunal Federal de acelerar o julgamento do mensalão, sem que isso significasse interferência no Judiciário, numa clara sinalização política ao país de combate à corrupção e impunidade. Aí sim o povo daria crédito ao pronunciamento. Foram falas sem consequências e que não correspondem ao esforço que os brasileiros fizeram para demonstrar a insatisfação. O povo espera atitudes”.
José Agripino
Presidente Nacional do Democratas

sábado, 22 de junho de 2013

Veja o que existe de verdade sobre a PEC 37, que faz com que milhões de pessoas saiam as ruas em defesa da transparência pública, pois só assim podemos contribuir com o serviiço público. Posso afirmar como Vereador que só consegui levar adiante minhas denúncias através da Promotoria, que comprovou os desmandos com o bem público. Por isso sou a favor do Ministério Público permanecer investigando e só assim teremos transparência do bem público.Sou contra a PEC 37. Essa é minha opinião e meu voto. SOU BRASILEIRO. Acima de tudo....Sou Brasileiro com muito orgulho. Esse é meu lema....


 
 

Polêmica sobre a PEC 37/11 continua

      A PEC 37/11 (Proposta de Emenda à Constituição) que garante exclusividade das investigações criminais às polícias Federal e Civil segue gerando polêmica. A PEC pretende limitar os poderes investigativos na esfera criminal às polícias civil e federal, inviabilizando a atuação de outros órgãos, como o Ministério Público.
De um lado, integrantes do Ministério Público lançaram uma campanha contra o que chamam de PEC da impunidade. Na outra ponta, representantes de policiais defendem a medida. Nesta sexta-feira o MP-SP (Ministério Público de São Paulo) divulgou a criação de um abaixo-assinado eletrônico contra o projeto, o documento deverá ser entregue ao Congresso Nacional.
Impunidade
Para o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), licenciado do Ministério Público, a aprovação da PEC vai gerar consequências negativas porque vai afastar o MP da tarefa da investigação criminal. O deputado sustenta que um bom trabalho de investigação criminal é fundamental para enfrentar a impunidade e a violência, uma vez que o trabalho se resume no recolhimento das provas necessárias para embasar a ação penal a ser ajuizada contra quem cometeu crimes.
Não opinião do parlamentar, para acabar com a impunidade no País, é fundamental que seja muito bem feita essa fase da investigação. “Em vez de afastar uma instituição, como o MP, dessa tarefa, tenho defendido desde o início da tramitação dessa PEC, que precisamos fazer com que o MP e a polícia trabalhem e investiguem de parceria , harmoniosamente, integradamente e não um afastando o outro de uma tarefa que visa ao objetivo comum das instituições, que é exatamente punir exemplarmente quem se desviou e praticou delitos."

 

Manifestantes confeccionam cartazes para o protesto contra a PEC 37, marcado para as 15h na Avenida Paulista. A PEC 37 limita a atuação do Ministério Público e atribui às polícias a exclusividade das investigações criminais.
 

Sérgio Kignel participa do ato na Avenida Paulista neste sábado. Ele disse que "veio de última hora", por isso não tinha um cartaz. Sérgio defende que as investigações do Ministério Público são o único jeito de diminuir a corrupção no país, por isso decidiu ir ao protesto.


 
Avenida Paulista é fechada no sentido Consolação para protesto neste sábado. Ato é contra a PEC 37, mas pede também o fim da impunidade.
 

Veja um dos motivos para as manifestações em todo o Brasil, fora a Corrupção e os desmandos dos Governandes em todos os seus níveis. Cadê nossa Educação e Saúde Pública que é uma vergonha para todos os Brasileiros.

O estádio Mané Garrincha custou R$ 1,8 bilhão: é o segundo que mais consumiu verbas estatais na história

Por R$ 1,8 bilhão, Mané Garrincha supera Maracanã como o segundo do mundo em verbas públicas

O estádio Mané Garrincha custou R$ 1,8 bilhão: é o segundo que mais consumiu verbas estatais na história Foto: JEFFERSON BERNARDES / Jefferson BERNARDES<252,1>/AFP/14.06.2013

Lucas Calil
 
Na briga entre o Mané Garrincha e o Maracanã pelo incômodo status de estádio mais caro da Copa das Confederações, Brasília acabou na frente. Nesta sexta-feira, o Tribunal de Contas do Distrito Federal divulgou que as obras de reforma, ampliação e do entorno do Mané (que só foi usado na estreia, semana passada) saíram por R$ 1,778 bilhão, o que faz o estádio ficar cerca de 50% mais caro que o Maracanã, atualmente orçado em R$ 1,2 bilhão.
A esse valor, muito superior aos dados oficiais da inauguração, há quase dois meses, o estádio de Brasília supera não só o Maracanã como o caríssimo estádio Olímpico de Londres (R$ 1,55 bilhão), feito para os Jogos de 2012, como o segundo do planeta que mais consumiu verbas públicas. Apenas o Yankee Stadium, da equipe de beisebol New York Yankees, foi mais pesado para um governo (no caso, a Prefeitura de Nova York): R$ 2,4 bilhões em financiamentos com isenção fiscal.
No documento revelado pelo TC-DF, consta que o orçamento inicial da obra estava em R$ 696 milhões, em 2010, e que acabou duplicado para R$ 1,4 bilhão até a inauguração — inclusive com a adição de serviços que não constavam no projeto inicial. Apenas a cobertura custou R$ 209 milhões aos cofres públicos e, de acordo com o Tribunal de Contas, a fiscalização sobre a construção economizou R$ 106 milhões em despesas irregulares, como a compra de serviços repetidos e o desperdício de materiais adquiridos.
De acordo com o Ministério do Esporte, os gastos gerais para receber a Copa do Mundo já estão em R$ 28 bilhões, um aumento de cerca de 10% em relação aos R$ 25,5 bilhões projetados pelo governo em abril. Já na planilha de gastos da Controladoria Geral da União (CGU), o orçamento com o evento está em R$ 26,6 bilhões. O governo federal prevê gastar até R$ 33 bilhões na Copa.
— Não há contradição entre os investimentos sociais e os investimentos que estamos fazendo para a Copa do Mundo. É muito mais fácil negociar recursos para ciência, tecnologia e educação com a Copa — justificou o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, esta semana. — Não há disseminada oposição à Copa do Mundo. Há setores desinformados sobre a Copa. A Copa é uma oportunidade para investimento.
 
VEJA UM COMENTÁRIO IMPORTANTE SOBRE TUDO ISSO: NADA MENOS DO QUE RONALDO O FENÔMENO: Veja bem. O povo não é contra a Copa do Mundo. É contra a corrupção, a sacanagem, os hospitais ruins. É contra tudo isso. Quem de nós não ficou feliz quando foi decidido que a Copa seria no Brasil? Não teve ninguém que não comemorou e viu isso como uma oportunidade de crescimento. Mas sabemos como funcionam as coisas no Brasil. Sabemos que existe corrupção, desvio, o povo está cansado disso. Queremos ver os responsáveis por fraude presos. A gente não vê as reações e por isso o povo está na rua.


Veja relação dos beneficiados pelo programa dos banheiros públicos em São Vicente, pois se seu nome estiver na relação e o banheiro não foi construído, procure a Prefeitura e o Ministério Público e busque os seus direitos, pois o dinheiro foi liberado desde de 2012.



Dados do Pedio
Protocolo
25820004351201390
Solicitante
jose vander a maria
Data de abertura
31/05/2013
Orgão Superior Destinatário
MS - Ministério da Saúde
Orgão Vinculado Destinatário
FUNASA - Fundação Nacional de Saúde
Prazo de atendimento
24/06/2013
Situação
Respondido
Status da Situação
Acesso Concedido (Informações enviadas por e-mail)
Forma de recebimento da resposta
Pelo sistema (com avisos por email)
Descrição
Número do Convênio SIAFI:
659382 Saiba como obter informações adicionais, denunciar irregularidades ou comunicar inconsistência de dados
Situação: Adimplente
Nº Original: TC/PAC 0091/09
Objeto do Convênio: MELHORIAS SANITÁRIAS DOMICILIARES PARA ATENDER O MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE/RN, NO PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO-PAC/2009.
Orgão Superior: MINISTERIO DA SAUDE
Concedente: FUNDACAO NACIONAL DE SAUDE - DF
Convenente: SAO VICENTE PREFEITURA
Valor Convênio: 500.000,00
Valor Liberado: 250.000,00
Publicação: 19/01/2010
Início da Vigência: 31/12/2009
Fim da Vigência: 03/10/2013
Valor Contrapartida: 10.668,69
Data Última Liberação: 02/07/2012
Valor Última Liberação: 150.000,00