sábado, 12 de julho de 2014

Veja quantos candidatos a Deputados Estaduais tentam permanecer na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, pois ao meu vê chegou a hora de uma ampla renovação, tendo em vista os movimentos sociais pedindo uma nova postura dos políticos que se encontra no Poder, pois só assim pode se dá verdadeiramente as transformações que as ruas estão a pedir. Chegou a hora das mudanças e só depende do povo querer.!!!! Pense Nisso.

Vinte deputados estaduais vão tentar a reeleição no Rio Grande do Norte

Assembleia Legislativa potiguar é composta por 24 parlamentares.
Dois querem ser federais; um tenta executivo; e outra não disputa eleição.

Do G1 RN
Dos 24 deputados que compõem a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, 20 pretendem concorrer à reeleição para continuar na Casa em 2015. Os dados são do Sistema de Divulgação de Candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos quatro que não tentam voltar à Assembleia, dois vão disputar vagas na Câmara Federal; um é candidato a vice-governador e a deputada Gesane Marinho (PSD) não irá concorrer nas eleições deste ano.
Os 20 deputados que tentam a reeleição são: Agnelo Alves (PDT), Dibsson Nasser (PSDB), Ezequiel Ferreira (PMDB), Fernando Mineiro (PT), Getúlio Rego (DEM), Gilson Moura (PROS), Gustavo Carvalho (PROS), Gustavo Fernandes (PROS), George Soares (PR), Hermano Morais (PMDB), José Dias (PSD), Kelps Lima (SD), Larissa Rosado (PSB), Leonardo Nogueira (DEM), Márcia Maia (PSB), Nelter Queiroz (PMDB), Raimundo Fernandes (PROS), Ricardo Motta (PROS), Tomba (PSB) e Vivaldo Costa (PROS).Os deputados estaduais Antônio Jácome (PMN) e Walter Alves (PMDB) vão concorrer a uma vaga na bancada federal. Já Fábio Dantas (PC do B) deixa a Assembleia para tentar ser vico-governador na chapa de Robinson Faria (PSD).

Ao todo, 267 candidatos pretendem disputar as 24 cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O partido com maior número de candidatos é PSOL, 23 concorrentes. Na sequência vêm: PT (22 candidatos), PC do B (21), PHS (19), PV (17), PMN (16), PMDB (14), PSD (13), PSDC (12), PEN (10), PROS (10), PTC (10), PSDB (9), PRB (8), PP (7), PRP (7), PSC (6), DEM (6), PDT (6), PSB (5), PSTU (5), PT do B (5), PPS (3), PR (3), PTB (3), PRTB (2), PSL (2), Solidariedade ( 2) e PTN (1).

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Esse é o candidato da Mudança - Vale a pena conhecer um pouco das suas idéias, antes de votar - Robinson Farias - 55 !!!!!! - Pense Nisso.

Deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa, governador do Estado em exercício, vice-governador eleito e rompido.
Robinson Faria, 55 anos, presidente do PSD no Rio Grande do Norte, candidato a governador.
Solitário pré-candidato, visitou 120 municípios do Estado tentando apresentar seu nome, pouco conhecido, às populações de regiões onde não tinha bases como parlamentar.
Muitas vezes sem um líder para recebê-lo em um município, perambulava com um assessor pelas praças e feiras onde conseguia, no máximo, uma entrevista em uma emissora de rádio.
Com Robinson, o Blog hoje dá continuidade à série de entrevistas que fará ao longo da campanha que dá largada exatamente neste domingo, com os principais envolvidos no processo de sucessão como candidatos, lideranças, observadores da cena.
A primeira entrevista foi com a governadora Rosalba Ciarlini, quando ainda sonhava com o direito de disputar a reeleição.
Hoje a entrevista com o seu vice-desafeto que, no gira da roda-gigante da vida, poderá ter o seu apoio na eleição.
Eis a entrevista com o vice que quer chegar ao Governo, disputando com a mega-estutura de uma coligação formada por praticamente todos os partidos do Rio Grande do Norte, mas que, segundo Robinson Faria, não o intimidam.

Thaisa Galvão – Você teve seu nome homologado na convenção do PSD como candidato a governador do Rio Grande do Norte. Era esse o seu foco desde que entrou para a política? Um sonho antigo?
Robinson Faria - Não, esse sonho foi evoluindo de acordo com a minha caminhada política. Primeiro eu tive um papel no legislativo estadual, onde me elegi deputado 6 vezes e consegui presidir a Assembleia Legislativa 4 vezes, 8 anos, e aí desenvolvi uma experiência mais no âmbito do executivo. Mudando o perfil da Assembleia, criando programas inovadores, arrojados, como a TV Assembleia, hoje em canal aberto, a Assembleia Itinerante, o Instituto do Legislativo de qualificação do servidor que hoje atende ao público de fora da Assembleia…a Assembleia Jurídica gratuita, Assembleia Cultural. Programas totalmente inusitados para uma casa legislativa. Essa é uma marca de Robinson Faria. E o sonho foi evoluindo também pela minha presença permanente nas cidades, eu tenho uma essência muito forte municipalista. Gosto de conhecer, de conviver, de viver o cotidiano das cidades. Aí começou a nascer esse sentimento de um dia eu me tornar candidato a governador. Mas eu não queria ser um candidato a governador que nasceu de um partido forte, ou de forma verticalizada, ou de padrinhos fortes ou de madrinhas fortes. Mas, que fosse na espontaneidade, na legitimidade, e hoje eu me considero esse candidato com o incentivo das ruas. Um candidato natural. Lógico que eu sonhei muito que isso acontecesse, e a nossa candidatura hoje foi impulsionada por pessoas anônimas. Não nasceu no seio da classe política.

Thaisa Galvão – Você já tinha chegado perto do sonho quando se elegeu vice-governador em 2010, com a governadora Rosalba Ciarlini com direito à reeleição. Chegou a passar pela sua cabeça que você iria pular etapas e já seria candidato na eleição seguinte?
Robinson Faria - Naquele momento eu já havia lutado para ser candidato a governador em 2010. Em 2006 quando fui o deputado mais votado do Estado pela segunda vez – 2002 e 2006 – quando fui o mais votado da história do Rio Grande do Norte, primeiro deputado a ultrapassar o coeficiente eleitoral sozinho, meu nome começou a ser lembrado para o Governo. Mas em 2010, infelizmente, o grupo ao qual eu pertencia, não quis me apoiar e terminei sendo vice de Rosalba, contribuindo de forma decisiva para sua vitória. Naquele momento eu não pensava que seria candidato a governador agora. Mas eu discordei do Governo, rompi, saí do Governo, passei a fazer uma caminhada de oposição, ouvindo a população, visitando as feiras livres, hospitais, penitenciárias, comerciantes. Visitei 120 municiípios do Rio Grande do Norte, atendendo chamamento e ficando perto do povo. E com essa inha caminhada, aquele sentimento acumulado desde 2010, renasceu.

Thaisa Galvão – Foi aí que você começou a perceber que poderia vir a ser o sucessor da governadora?
Robinson Faria - Exatamente. Esse renascimento do meu nome partiu das pessoas. Eu não comecei a caminhar para ser candidato a governador. Comecei a caminhar porque quem conhece o meu passado político sabe que eu sou assim. Sempre tive uma marca muito forte de ser presente nas cidades. E as pessoas começaram a se identificar quando eu discordava de algo, quando dava uma entrevista apresentando propostas para saúde, segurança, as pessoas começaram a ter essa identificação com meu nome. Eu tinha esse sonho e busquei, e hoje me sinto amadurecido, me sinto preparado para ser candidato, e me sinto preparado para governar o Rio Grande do Norte.

Thaisa Galvão – Quando você rompeu com o Governo já veio na cabeça que seria candidato a governador?
Robinson Faria - Não, não veio porque eu não sabia qual seria a receptividade, a interpretação das pessoas com o meu rompimento e com o novo momento político que eu estava vivendo. Mas, logo depois as coisas começaram a acontecer. Começou a ter uma torcida, as pessoas começaram a me incentivar, e isso foi se intensificando. Não só a torcida, mas também o incentivo. As pessoas chegavam pra mim nas cidades e diziam 'Robinson, não desista, você tem que ser o nosso candidato a governador'. Então foi em respeito a essas pessoas também que eu confirmei a minha candidatura.

Thaisa Galvão – Quando você chegava nos lugares, sozinho, sem ninguém pra lhe receber, sem as pessoas sequer lhe conhecerem em alguns casos, o que passava na sua cabeça? Era um sonho só seu, o que você pensava?
Robinson Faria - Olhe, buscando encontrar os cacos do sonho no chão das incertezas. Foram caminhadas de muita ousadia e sobretudo de muita coragem, muita fe e resistência que me fizeram ir adiante. Muitas vezes alguns políticos me perguntavam, 'Robinson, vale a pena você ser candidato contra uma super estrutura partidária que está se formando contra você? Não é melhor você parar para pensar?'. E eu parava às vezes para pensar. As colocações de prefeitos, alguns até amigos meus, me faziam parar e refletir, mas quando eu voltava para a rua, para as cidades, as pessoas novamente me incentivavam e renovavam minha esperança, meu encorajamento. Então foram as pessoas que me ajudaram, o povo não deixou morrer dentro de mim, a esperança e a coragem de ser candidato a governador. Não foi na classe política que eu virei candidato a governador. Foi a partir das pessoas anônimas.

Thaisa Galvão – Tinha cidade que você chegava sozinho, não tinha uma liderança para lhe receber…
Robinson Faria - Na maioria das cidades. No começo não tinha ninguém pra me receber em nenhum lugar. E nesses primeiros momentos de minha caminhada ninguém dava dec;aração lançando meu nome para o governo. Nem prefeito, nem ex-prefeito, ex-senador, senador, ex-governador…ninguém. Nenhum político dos mais importantes do Estado falavam em meu nome para governador. Mas isso não me intimidou, não diminuiu a minha motivação, não enfraqueceu a minha caminhada. Em muitas cidades que eu chegava não tinha a casa de um político para eu visitar, porque todos estavam, ou do lado do Governo ou do lado do sistema liderado pelo PMDB. Mas eu ia na rádio, eu ia na feira, eu ia no comércio, na praça. Isso me desafiava e o tempo inteiro eu procurava encontrar uma forma de deixar uma mensagem naquela cidade. Uma mensagem de convocação para resistir ao que estava acontecendo, aos conchavos políticos entre quatro paredes; eu já sabia que estava sendo maturado o acordão que hoje é uma realidade, na época estava sendo desenhado. Então eu alertava as pessoas. E aí não foi nas estruturas partidárias do interior que eu encontrei o cenário para ser candidato a governador.

Thaisa Galvão – Sua solidão pelo Rio Grande do Norte lhe fez, em algum momento, sentir vontade de desistir?
Robinson Faria - De desistir não porque as pessoas nunca deixaram esse sonho morrer. Mas eu vivi um isolamento político muito grande, estava muito subestimado, diziam até que eu era um político ameaçado, com a carreira em vias de encerrar. Mas eu percebi que existia também a interpretação de um cansaço, de uma desconfiança em relação a esses grupos que dominaram o Rio Grande do Norte. Eu escutava das pessoas que essas pessoas famosas, de sobrenomes famosos, tiveram a oportunidade de governar o Rio Grande do Norte e o nosso Estado ainda não vive um bom momento, se comparado com outros estados do Nordeste. Pelo contrário, o Estado involuiu. Os indicadores sociais, econômicos, emprego, desemprego, o agronegócio, saúde, educação, segurança que afundou, desenvolvimento,o turismo, então as pessoas creditam que essasfamílias famosas, que se acham poderosas, tiveram 50 anos para transformar o Rio Grande do Norte e o nosso Estado não se transformou num grande estado como é hoje Pernambuco, Ceará, Bahia e até o Piauí que era um estado tido como pobre e hoje está muito na frente do Rio Grande do Norte na sua questão econômica e social.

Thaisa Galvão – Quando você fala em famílias poderosas, a gente não tem muito conhecimento de gestores que não tinham esses sobrenomes e que tiveram sucesso. Você não teme ganhar a eleição e ser esmagado por essas famílias?
Robinson Faria - Não, porque se eu for eleito, o meu governo será totalmente inovador. Quero devolver ao povo um governo de diálogo. Acho que os governadores erraram quando não dialogaram com a sociedade civil, não dialogaram com os servidores. Na Assembleia Legislativa, o primeiro passo que dei como presidente foi conquistar a confiança dos servidores da Casa, e com eles nasceram projetos espetaculares para a população e para o Poder Legislativo. Então eu vou governar dialogando com os servidores, com os Poderes, com o setor produtivo, com os trabalhadores rurais. Um governo de participação, onde o Orçamento será debatido, onde as políticas públicas que forem encaminhadas para o Orçamento serão discutidas antecipadamente como a questão da micro e pequena empresa, que o Rio Gramde do Norte é o Estado com a maior carga tributária de toda a região Nordeste e isso é muito ruim porque 90% dos empregos advém das micro e pequena empresas e o nosso estado hoje tem um ambiente hostil para o surgimento de novas empresas. Então, por conta de tudo o que eu estudei, aprendi, eu me sinto preparado para fazer do Rio Grande do Norte um estado líder, e não um estado a reboque.

Thaisa Galvão – Qual seria o segredo?
Robinson Faria - O diálogo em primeiro lugar. Depois disposição, gestão, e equipe. E quando eu falo em equipe, olhe que eu sou político há mais de 20 anos, mas a minha equipe terá um perfil extremamente técnico. Muitos candidatos não tem coragem de falar isso com medo de perder o apoio dos partidos políticos que depois vão querer dividir o bolo. Eu não vou cometer essa desfaçatez. Quando fui secretário de Recursos Hídricos e de Meio Ambiente, no atual governo, eu montei uma equipe de excelência, toda técnica, onde não tinha uma mulher de prefeito ou ex-prefeito ou filho de prefeito. Ninguém do meu mundo político. Eu premiei a competência, independente de lado partidário, independente de saber do passado, se tinham votado em mim e Rosalba. Eu nomeei as pessoas com perfil ideal para cada cargo. Montei uma equipe de excelência que, atendendo a um prazo que estipulei, planejaram a Secretaria para os 4 anos de gestão. E essa equipe foi elogiada por técnicos do Banco Mundial. Assim será o meu governo, fazendo uma grande transição de governos conservadores para um governo de modernidade. Já vamos planejar o Estado para 4 anos.

Fonte: Thaísa Galvão

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Veja as afirmações do senador José Agripino concordando com as mudanças no âmbito Federal. Será que ele vai pregar também aqui no nosso Estado, aonde as famílias Alves e Maia domina os destinos políticos a mais de 40 anos? espero que seja verdadeiro e apoie as mudanças necessárias para nosso Rio Grande do Norte.

O Candidato a Deputado Estadual José Vander - 55.789, concorda plenamente com o Senador José Agripino quando o mesmo declara que o povo brasileiro e consequentemente os Potiguares desejam mudanças e a única mudança no Rio Grande do Norte se chama Robson Farias - 55, pois ao contrário não haverá mudanças, tendo em vista que desde 1974 que nosso Estado é governado por eles, basta olhar os últimos governos, é Maia ou Alves, ou apoiados por ambos. Pense nisso!!!!!!!!
Durante encontro do DEM-ES com Aécio Neves, Agripino diz que povo brasileiro quer mudanças
  
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), afirmou não ter dúvidas de que as eleições de outubro trarão grandes mudanças para o país. Coordenador-geral da campanha do candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves, Agripino participou na manhã desta quinta-feira (10) de encontro promovido pelo Democratas do Espírito Santo, no Centro de Convenções de Vila Velha.
 O evento foi organizado pelo prefeito de Vila Velha, o democrata Rodney Miranda, e contou com a presença de lideranças nacionais, como o presidenciável Aécio Neves e o candidato ao governo do Espírito Santo, Paulo Hartung. Também estiveram presentes filiados, simpatizantes das bandeiras do Democratas e candidatos a deputado federal e estadual.
  “O Brasil e o Espírito Santo merecem retomar o rumo do desenvolvimento, é preciso avançar, construir um país verdadeiramente competitivo”, destacou Agripino complementando, “mas as pesquisas sinalizam claramente que o povo brasileiro quer mudanças porque sabe que o atual modelo de governar, além de ter sérios problemas de conivência com a corrupção, está ultrapassado”, concluiu o também líder do Democratas no Senado. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Primeiro passo para conquistar a confiança do Rio Grande do Norte..Registro da minha candidatura a Deputado Estadual, espero o voto da mudança e da confiança de um novo momento na politica do meu Estado.

Nome completoCargoNúm.   Situação   Partido   Coligação
Legendas
 * :Eleição Suplementar

sábado, 5 de julho de 2014

Veja o que está nas redes sociais.....foi maldade pura o que esse rapaz fez com Neymar....

RIO - Depois de dar adeus à Copa do Mundo por conta de uma fratura na vértebra, Neymar deixou a Granja Comary no início da tarde deste sábado rumo ao Guarujá, onde vai se recuperar da lesão ao lado da família. Logo após o almoço, ele se despediu dos amigos, e foi aplaudido de pé pela comissão técnica e pelos companheiros de equipe. O camisa 10 comentou, pela primeira vez, através do site oficial da CBF, o seu corte na seleção, após ser atingido pelo colombiano Zúñiga em uma falta grave:
"Me tiraram o sonho de disputar uma final de Copa do Mundo, mas o sonho de ser campeão mundial ainda não acabou. Faltam dois jogos e tenho certeza de que meus companheiros vão fazer de tudo para levantar esta taça".
Neymar dá adeus dentro do helicóptero na Granja Comari - Cezar Loureiro / Agência O Globo
Instantes antes da decolagem, Neymar pareceu um pouco mais bem disposto, na maca. De boné e com fone de ouvido para escutar música, ele acenou para as câmeras e para os fotógrafos e deu um sorriso. Neymar queria ficar concentrado com a seleção, mas a família decidiu que ele precisava de repouso absoluto, inclusive para se livrar do estresse.

O árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo sequer marcou falta na jogada em que o lateral-direito Zúñiga atingiu o brasileiro.O camisa 10 brasileiro foi vítima de uma entrada violenta do lateral-direito colombiano Zúñiga, no final do jogo em que o Brasil derrotou a Colômbia por 2 a 1, no Castelão, em Fortaleza, e se classificou à semifinal contra a Alemanha. O camisa 10 do Brasil sofreu a fratura depois de ser atingido por uma joelhada nas costas, aos 41 minutos do 2º TEMPO.

Em entrevista coletiva na manhã desta sábado, a Fifa informou que seu comitê disciplinar está analisando o lance em imagens de TV e só ao longo do dia dará um posicionamento sobre possível punição a Zúñiga.
Nos cinco jogos da Copa, Neymar foi titular em todos e marcou quatro gols, consagrando-se vice-artilheiro da competição.





terça-feira, 1 de julho de 2014

Matéria publicada pelo meu amigo Crispim no seu Blog Saovicenteemfoco.com.br - Que confirmo a minha candidatura a Deputado Estadual pelo PSD e nesse momento me encontro em Brasília providenciando os documentos necessários para tirar licença do meu trabalho como funcionário público federal.

Eleições 2014: José Vander. Será Candidato a Deputado Estadual pelo (PSD)

Na convenção deste domingo, em Natal/RN, o nome do vereador José Vander de São Vicente/RN, foi incluído entre os nomes do (PSD) indicados para a disputa de uma cadeira de Deputado estadual.
Na convenção o vice-governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, foi confirmado como candidato ao Governo do Estado nas eleições deste ano pela coligação que reúne PT, PC do B, PT do B, PP, PEN, PRTB, PTC e PPL, além do próprio PSD.

Essa é a grande oportunidade do povo do seridó ser representado por um político que luta por moralidade, é chegada a hora das cidades circunvizinhas de Currais Novos, Acari, São Vicente, Florânia, é Tenente Laurentino Cruz, ter voz ativa na Assembleia Legislativa do RN.

José Vander e Filho do saudoso senador Agenor Nunes de Maria que foi o maior representante do seridó na política do RN.

 Mandatos de Agenor Nunes de Maria

     Vereador  -       1956 a 1958
     Vereador  -       1958 a 1962
     Deputado Estadual  -       1962 a 1966
     Deputado Federal  -       1968 a 1968
     Senador  -       1975 a 1983
     Deputado Federal  -       1983


 O vereador disse que há algum tempo pensava em colocar seu nome na disputa para deputado, mas não quis fazer alarde. “Cada um tem um jeito de fazer política, eu sempre busquei sempre seguir a linha da verdade e transparência dos atos públicos, posso afirmar que se eleito prometo fiscalizar os recursos públicos, pois não podemos criar leis que acarrete despesas, sendo assim, procuro dá ciência de todos os atos públicos a população, e procuro cobrar dentro da lei, a sua aplicação no mesmo sentido, mais não é fácil, essa é minha luta maior como político honesto sobretudo, esse será meu lema sempre que eu estiver na política”.

José Vander  disse ainda. "Sou político por vocação, não tenho interesse de ganhar dinheiro fácil, pois não leva a nada, 40 anos depois eu coloque meu nome a disposição do povo de São Vicente, é do seridó, sempre busquei  meu respeito e admiração por todos aqueles que preferem causar incômodo dizendo a verdade do que buscar admiração contando mentiras ninguém conhece as pessoas pela cara, mais sim pelos seus atos e atitudes".

Para José Vander, a confirmação de seu nome foi um reconhecimento. “Estou muito feliz, quero muito poder ajudar Robinson Faria ser governador do RN, acho que na política há espaço para todos, acredito que Robinson Faria tem grande possibilidade de ser o nosso governador, devido a grande rejeição do nosso adversário que ingressou na politica á 44 anos o que é fez pelo povo do RN? todos nós que somos filhos da esperança, estamos juntos para poder dizer que nós nos organizando politicamente, estamos nos somando nessa luta pelo Rio Grande do Norte, fazer com que nosso estado efetivamente reconquiste a sua auto estima, o nosso povo está cansado, fadigado, não suporta mais, não tolera mais esse modelo político que há mais de 20 anos domina o nosso estado”.

 José Vander, finalizou pregando a unidade dos partidos de oposição na busca de um único propósito como forma ganhar as eleições, é agora da oposição unir em prol da mudança para o RN, é hora da nossa grande líder politica a professora Bebel  é os vereadores mostra união nessa nova missão.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Do Ministério Público Federal, no dia da convenção partidária onde o deputado Gilson Moura homologa sua candidatura à reeleição.


A Justiça demonstra mas uma vez que o crime não compensa e os políticos não levam em consideração que a coisa pública é pra ser respeitada e com transparência, principalmente os contratos de locação. 


A Justiça Federal concedeu quatro liminares determinando o afastamento de Gilson Moura do cargo de deputado estadual, além de indisponibilidade de bens do parlamentar e de outros seis envolvidos no esquema desbaratado pela Operação Pecado Capital, até o limite de R$ 300.750,30. A medida foi tomada em quatro das 11 novas ações de improbidade administrativa apresentadas pelo Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) contra o político e outras 15 pessoas.

As peças do MPF incluem desde casos de “funcionários fantasmas” e obras superfaturadas, até empresas contratadas pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/RN), durante a gestão de Rychardson de Macedo, entre 2007 e 2010, e que prestavam serviços ao parlamentar. O judiciário já acatou os pedidos liminares de afastamento e de indisponibilidade nos casos que incluem contratação irregular de empresas de pesquisa pela autarquia, para uso do deputado (0802873-90.2014.4.05.8400); contratação com “funcionários fantasmas” de pessoas relacionadas aos principais diretores do instituto (0802872-08.2014.4.05.8400) e ligadas à antiga emissora onde o deputado trabalhou (0802878-15.2014.4.05.8400); e ainda das irregularidades cometidas nas obras de reforma e adequação de uma sala para a criação do telecentro do Ipem (0802869-53.2014.4.05.8400).


Os seis outros envolvidos nos processos cujas liminares já foram concedidas são o ex-diretor do Ipem-RN, Rychardson Macedo; além de Márcia Câmara de Figueiredo, Fernando Aguiar de Figueiredo, Merle Ranieri Ramos, Oldair Vieira de Andrade e Adalucia Barreto de Oliveira.

Novas ações – As quatro ações nas quais foram concedidas liminares integram um grupo de 11 apresentadas agora em junho pelo Ministério Público Federal, todas assinadas pelo procurador da República Rodrigo Telles. As informações contidas apontam que todo o valor desviado pelo ex-diretor do Ipem/RN, Rychardson Macedo, era repassado ou dividido com o parlamentar. Os desvios financiavam as campanhas e os interesses políticos de Gilson Moura e também beneficiavam o filho da ex-governadora Wilma de Faria, Lauro Maia; e o advogado Fernando Antônio Leal Caldas Filho.

Os prejuízos aos cofres públicos apontados nos processos resultam em um volume de R$ 1.657.316,60. Em todas as ações foi requerido, além da indisponibilidade dos bens dos réus, o afastamento do deputado estadual de seu cargo. Cinco delas acrescentam novos réus a irregularidades já apontadas em ações penais e de improbidade apresentadas em 2013, contra outros envolvidos da Operação Pecado Capital. Uma dessas inclui, além de Gilson Moura; os nomes de Lauro Maia e Fernando Caldas Filho.

Contratos – Sobre o contrato de locação, Rychardson Macedo declarou em depoimento que o Ipem necessitaria de cinco carros e foi aconselhado por Fernando Caldas Filho a contratar 12, sendo que sete ficaram parados, além de uma caminhonete igualmente não utilizada. Os recursos desviados ficavam com o advogado e Lauro Maia, que complementavam a “cota” com parte de outro contrato superfaturado, o de combustíveis.