
Manifestantes foram às ruas para lutar contra o aumento das tarifas de ônibus. Há quem acredite que eles podem ir mais longe
Moisés de Lima
Moisés de Lima
![]() Dia 29 de agosto, Avenida Rio Branco. Cerca de três mil manifestantes se dirigem à sede do Seturn para protestar contra o aumento da tarifa de transportes coletivos. Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press |
A juventude voltou às ruas para gritar palavras de ordem, pintar a cara, portar cartazes, protestar contra o aumento das tarifas de transportes em Natal que consideraram abusivo contra a população. Eram na maioria estudantes do ensino médio e superior. Exibiam garra e orgulho por pertencer a uma geração que teve coragem de parar a cidade e se insurgir contra a exploração.
Setores da sociedade e os próprios integrantes do movimento autointitulados, Revolta do Busão analisam o significado do protesto e se tais atos fossem voltados à luta contra problemas mais profundos a saúde do RN ( que passa por um estado de calamidade), Segurança (que apresenta números preocupantes) e educação ( área onde o estado piores notas do país, segundo o IDEB).
A maioria das pessoas consultadas pelo Diário de Natal destacaram a importância do movimento social contra o aumento de R$ 2,40 determinado pela prefeitura. Mas reconheceram que os ativistas poderiam estender a ação em prol de melhorias de outras áreas.
Setores da sociedade e os próprios integrantes do movimento autointitulados, Revolta do Busão analisam o significado do protesto e se tais atos fossem voltados à luta contra problemas mais profundos a saúde do RN ( que passa por um estado de calamidade), Segurança (que apresenta números preocupantes) e educação ( área onde o estado piores notas do país, segundo o IDEB).
A maioria das pessoas consultadas pelo Diário de Natal destacaram a importância do movimento social contra o aumento de R$ 2,40 determinado pela prefeitura. Mas reconheceram que os ativistas poderiam estender a ação em prol de melhorias de outras áreas.

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